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Rota dos Contos de Fadas – Viagem Alemanha Entrevista

Es war einmal…” (em alemão, “Era uma vez…”). Há cerca de 200 anos, os irmãos Jakob e Wilhelm Grimm iniciaram um árduo trabalho de formação e estruturação da língua alemã como a conhecemos hoje. Além da Gramática, dedicaram-se à elaboração de um dicionário, o qual não conseguiram terminar em vida. No entanto, o legado mais conhecido destes dois irmãos foram os chamados contos domésticos e infantis, traduzidos para mais de cem idiomas, consolidando o que chamamos de “contos de fadas”.

Memorial aos irmãos Jakob e Wilhelm Grimm em Hanau, sua cidade natal.
Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Para conhecer mais sobre a vida e a obra destes fantásticos alemães, a associação da Rota dos Contos de Fadas foi criada nos anos 70, na Alemanha. Por esta rota, o viajante poderá percorrer o caminho de cerca de 600 km que corta do sudoeste ao norte do país, através de cidades históricas, vilarejos com casas em enxaimel, castelos, palácios, e descobrir uma Alemanha que muitas vezes nos remete aos tempos de Jakob e Wilhelm.

Nossa entrevista é com a Sra. Buchholz-Blödow, responsável pela associação da Rota dos Contos de Fadas (Märchenstrasse, em alemão).

Mapa da Rota dos Contos de Fadas na Alemanha.
Imagem: Deutsche Märchenstraße e.V.

O que é a Rota dos Contos de Fadas?

A Rota dos Contos de Fadas foi fundada há mais de 45 anos, em homenagem aos irmãos Grimm e é uma das maiores e mais antigas rotas de férias da Alemanha. Ela se diferencia de outras rotas, como a Rota Romântica, pois é focada na história de vida dos irmãos Grimm, para que você possa ver e experienciar ao longo da rota, de forma autêntica, a vida e o trabalho dos irmãos Grimm.

A Rota dos Contos de Fadas é um deleite para os admiradores de casas no estilo enxaimel, como estas, na cidade de Göttingen. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Os irmãos Grimm são até hoje alguns dos homens alemães mais relevantes, famosos em todo o mundo e isso se deve é claro, aos estudos de linguística que eles introduziram aqui na Alemanha e aos livros Kinder- und Hausmärchen (Contos de Grimm, em português) que escreveram. Estes livros, pode-se dizer de fato, que foram traduzidos em quase todos os idiomas do planeta, mais de 160 idiomas, e hoje são patrimônio documental da Humanidade da UNESCO, já há vários anos. O livro original “Contos de Grimm” existe até hoje, com a escrita da época e anotações à mão, e que foi declarado patrimônio documental pela UNESCO, pode ser visto no museu GrimmWelt, em Kassel.  

A casa da bruxa, cheia de doces, de “João e Maria”, no museu GrimmWelt, em Kassel.
Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

O que os viajantes encontrarão de especial nesta rota?

A Rota dos Contos de Fadas tem em torno de 60 cidades, incluindo muitas cidades pequenas, algumas de tamanho médio e, na verdade, temos três cidades maiores, que são Bremen, conhecida mundialmente, e talvez Kassel e Hanau, mas todas as outras cidades têm em regra, não mais de 20 ou 30 mil habitantes, ou são mesmo pequenos vilarejos. A Rota dos Contos de Fadas vai de Frankfurt, que é mais ou menos no meio da Alemanha, até o norte da Alemanha, até Bremen. É uma rota que não segue toda pela rodovia (Autobahn), mas pela antiga Alemanha. São estradas secundárias, que passam por vilarejos, com muita cultura, história e paisagens diversas ao longo do caminho.

O palácio Welfenschloss, em Hann. Münde. Nesta cidade, ocorre o encontro de três rios: Werra, Fulda e Weser. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Na parte mais sul, temos montanhas de altitude média, colinas, florestas. Seguindo em direção ao norte, a paisagem fica mais plana e a rota segue em direção ao rio Weser, em uma paisagem mais fluvial. Temos também muitos riachos, lagos, e é claro, palácios, castelos, muitas ruínas, ruínas de castelo, muitas igrejas e conventos. E temos algo que é muito importante na Alemanha: na nossa rota temos onze parques naturais e algumas cidades que são patrimônio cultural da UNESCO. Dentre os parques estão o Bergpark Wilhelmshöhe, em Kassel, o qual é patrimônio mundial da UNESCO. É um parque excepcional, pois é uma região de colinas, com fauna e flora especiais, junto com a fonte de Hércules. Temos a região do lago Edersee, na qual se pode fazer passeios de bicicleta, trilhas, esportes aquáticos. Há muitas, muitas possibilidades.

O desfile dos carros de flores em Bad Wildungen acontece anualmente durante a festa da cidade. Imagem: Deutsche Märchenstraße e.V. ©Reckhardt

Qual é a melhor época do ano para conhecer a Rota dos Contos de Fadas?

Na Alemanha, em geral, a melhor época do ano é na verdade, da primavera ao outono, ou seja, visitar a Rota dos Contos de Fadas entre março-abril e outubro. É um período em que as paisagens já estão verdes, o clima é agradável. Na Alemanha, o mês de dezembro é interessante por causa dos Mercados de Natal (Weihnachtsmärkte), em todas as cidades, e também nas pequenas cidades. É um período mais frio, mas aconchegante e fabuloso, com as barraquinhas, para se tomar um vinho quente (Glühwein), apreciar pequenos eventos. É um belo mês! Em novembro, janeiro e fevereiro, você pode viajar, mas faltam alguns eventos e a vegetação neste período também não é muito bonita.

Mercado de Natal na cidade de Hameln. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Há algo em especial ou alguma curiosidade sobre a Rota dos Contos de Fadas que gostaria de compartilhar conosco?

O Barão de Münchhausen viveu aqui na Rota dos Contos de Fadas, em Bodenwerder, uma cidade às margens do rio Weser, próxima a Hameln e este ano são comemorados os 300 anos de seu nascimento. Na cidade, há um museu, que conta todas as atividades do barão, a casa onde ele morou. A cidade também é muito bonita, pois fica direto no rio Weser, te também muitas casas em enxaimel e há o Hotel Münchhausen, em um palacete. Uma outra comemoração que também merece ser mencionada por ser algo especial, é que há 15 anos, o livro Kinder und Hausmärchenbuch (Contos de Grimm) dos irmãos Grimm foi declarado patrimônio documental da Humanidade. Daí temos o museu GrimmWelt, em Kassel, que pode ser visitado em qualquer época do ano.

A fonte com o Barão de Münchhausen em uma de suas aventuras fantásticas, na cidade de Bodenwerder. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

A exposição do museu é bastante informativa, tem tudo sobre a vida e a obra dos irmãos Grimm, pois eles não foram somente colecionadores de contos de fadas, mas também foram muito importantes para a língua alemã, para dramaturgia alemã, escreveram um dicionário. É um lugar que certamente, deve ser visitado, para que se entenda a vida destes irmãos que viveram há mais de 200 anos. Eles eram estudiosos, bem relacionados, isso se vê nas cartas que trocavam por exemplo, com Goethe. E não somente na Alemanha, mas em todo o mundo, eram conectados com outros contadores de histórias, pessoas das ciências humanas. E também eram inteligentes. O Jakob escreveu uma carta para a sua mãe com apenas três anos de idade. Isto é fascinante! Hoje, quando uma pessoa aprende a língua alemã, é através da gramática desenvolvida pelos irmãos Grimm. 

Dos contos mais famosos, quais deles o viajante irá encontrar na Rota dos Contos de Fadas?

Isto é bem interessante. Os contos não se passam, em regra, em um local específico, mas em cidades-fantasia, assim como os nomes não aparecem nos contos, com algumas exceções, como “Os Músicos de Bremen”. Assim, muitos palácios, castelos, hotéis, dizem “nós somos o castelo dos contos de fadas”. Aqui, na Rota dos Contos de Fadas, porque os irmãos Grimm viveram aqui, e o povo contava a eles as histórias, pode-se dizer que os contos de fadas foram inventados aqui. Nem todos os contos eram alemães, ou seja, nem todos eram contados por alemães aos irmãos Grimm, mas também de outros países europeus.

Chapéuzinho Vermelho, Cinderela, Rapunzel, Bela Adormecida, Barão de Münchhausen, Gato de Botas, Senhora Flocos de Neve são alguns dos personagens dos contos e sagas que o viajante poderá encontrar na Rota dos Contos de Fadas. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Por exemplo, a Rapunzel e a Chapéuzinho Vermelho são contos franceses, a Cinderela é um conto italiano, há muitos que são franceses e isto se deve ao fato de que a senhora que contava histórias aos irmãos Grimm, a Dorothea Viehmann, era uma huguenote, que trouxe muitas histórias para a Alemanha. Ela contou, por exemplo, a história da Chapeuzinho Vermelho para eles, que era um conto francês. Na Rota dos Contos de Fadas temos s Rapunzel, no castelo e hotel Trendelburg, que é um local histórico, o qual tem uma torre que pode ser visitada. Nos meses de verão, você pode ter uma audiência com a Rapunzel e o príncipe, ver uma encenação da Rapunzel. Temos a Cinderela, na cidade de Pohle. Lá, acontecem apresentações da Cinderela, nas ruínas do castelo Pohle, no rio Weser, algo bem romântico. Também tem o tour do Caminho da Cinderela, com explicações.

Rapunzel joga suas tranças na torre do castelo Trendelburg, na Rota dos Contos de Fadas.
Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Temos a Bela Adormecida no Sababurg, um castelo e hotel que está fechado no momento. Mas o pátio é aberto durante o verão e lá, há apresentação. Logo ali perto tem o zoológico de Sababurg. É claro, temos também na Rota dos Contos de Fadas a Chapeuzinho Vermelho, na cidade de Alsfeld, um cidade bem antiga e histórica, belíssima, com suas vielas sinuosas e calçamento de paralelepípedos. Nesta cidade há o Museu dos Contos de Fadas. Neste museu, há muito sobre a Chapeuzinho Vermelho e também sobre outros contos de fadas, assim como a Sala dos Bonecos, com centenas bonecos antigos. A Chapeuzinho Vermelho anda pela cidade aos sábados, da primavera ao outono, e se os viajantes tiverem sorte, podem deparar-se com ela. Não muito longe dali, em Neukirchen, há um outro ótimo Museu dos Contos de Fadas. Tudo que tem a ver com o tema, desde o passado, brinquedos antigos, livros, em uma casa enxaimel, bem mimosa. 

Alsfeld, a cidade da Chapéuzinho Vermelho na Rota dos Contos de Fadas na Alemanha.
Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Um outro conto é a Frau Holle (Senhora Flocos de Neve, em português do Brasil). É um conto muito famoso na Alemanha. Não é apenas um conto de fadas, mas uma saga. As sagas, ao contrário dos contos de fadas, tem um personagem verídico, e os irmãos Grimm não escreveram somente a coletânea Kinder und Hausmärchen, mas também dois livros de sagas. E nestes livros de sagas, a Frau Holle aparecia porque, originalmente, ela era uma divindade dos povos germânicos, da fertilidade e, com o tempo, a história se desenvolveu como conto de fadas. E como um bom conto, fala do bem e do mal – não preciso contar a história aqui – mas existe um parque aqui, um grande parque natural, o Frau-Holle-Land, com uma paisagem lindíssima, com colinas, florestas, rochas antigas, os campos de papoulas, que florescem em abril e maio por poucas semanas. A semente da papoula é utilizada em muitos pratos, em bolos, é uma especialidade da região que você encontrará em alguns restaurantes locais.

Os campos floridos e as colinas no parque Frau-Holle-Land. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Outra saga, muito importante, é “O Flautista de Hamelin”. Hameln (Hamelin, em português) é uma cidade importante na Rota dos Contos de Fadas. Aos domingos, da primavera ao outono, acontece a apresentação ao ar livre na cidade. É uma atração que tem muitos espectadores e é encenada por moradores de Hameln. Os ratinhos são interpretados pelas crianças da cidade. A cidade de Hameln é muito bonita devido às construções do período da Renascença do Weser, além das casas em estilo enxaimel.

Encenação ao ar livre de “O Flautista de Hamelin”, que encanta os ratos da cidade com sua flauta. A encenação é feita por moradores de todas as idades da cidade de Hameln.
Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

A Rota dos Contos de Fadas costuma ser apresentada como um destino de viagens para toda a família. É claro que as crianças gostam bastante, mas para os adultos, há também muito o que visitar. A senhora também vê a Rota dos Contos de Fadas como um destino romântico para casais?

Sim. A Rota dos Contos de Fadas não é somente para crianças, mas também é especial para adultos e casais, com a paisagem, as cidades com casas em enxaimel, para passear, dirigir pelas estradas secundárias, visitar castelos e palácios, nos quais casais jovens podem celebrar um casamento romântico. Tem o castelo e hotel Waldeck, no Edersee, o Schloss Hotel Münchhausen, onde também se pode casar. Ou no Schloss Trendelburg, pode-se fazer um casamento bem bonito. 

O castelo-hotel Waldeck, no lago Edersee. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Pelo caminho, há restaurantes típicos alemães, com culinária regional. Ao norte, há as plantações de aspargos. Você pode comer um bom Schnitzel, ou Kotelett. Em Kassel, tem a Ahle Wurst, uma salsicha defumada bem gostosa. Há também as pequenas cervejarias, assim como as confeitarias que fazem doces com temas dos contos de fadas e dos irmãos Grimm.

Os descendentes dos irmãos Grimm ainda cuidam da obra deixada por eles?

Os irmäaos Grimm viveram há mais de 200 anos. Ainda existem descendentes distantes, mas que não se ocupam mais com o legado deles ou com a gramática alemã. Não é algo que eu conheça. 

Existe uma relação entre a Rota dos Contos de Fadas e o Brasil. Um dos grandes escritores de livros infantis no Brasil foi Monteiro Lobato, no início do século XX. Ele traduziu para o português as obras dos irmãos Grimm assim como a de Hans Staden. O que pode ser visto sobre este tema na Rota dos Contos de Fadas?

O Hans Staden nasceu no século XVI em Homberg, uma linda cidade em enxaimel e com uma igreja gigante, e viveu na cidade de Wolfhagen. Ele fez uma viagem marítima, chegou ao Brasil e escreveu sobre esta viagem, e retornou, vivendo em Wolfhagen. No museu da cidade há uma grande exposição sobre o Hans Staden, cuja vida e trabalho foram muito interessantes. Lá, há mapas, miniaturas de navios, e também objetos culturais do Brasil daquele período. Ele teve muito contato com os povos indígenas do Brasil. Pode ser algo bem interessante para os visitantes do Brasil. A cidade é muito bonitinha, com suas flores, seus cafés, nos quais os visitantes encontrarão típicas tortas alemãs, que é algo tradicional da nossa cultura.

Esta é uma pergunta que fazemos a todos os nossos convidados em nossas entrevistas. Qual museu, cidade ou atração na Alemanha a senhora recomendaria aos viajantes?

Começando a Rota dos Contos de Fadas por Hanau, que não é uma cidade com casas em enxaimel. É uma cidade moderna, mas tem o grande memorial aos irmãos Grimm e é conhecida por seus belos arredores, com o parque e o palácio Philippsruhe e neste parque, de maio a julho, acontece o Festival dos Contos de Fadas dos irmãos Grimm, em um anfiteatro coberto. Uma outra parada na rota que vale a visita é o museu em Steinau, a Bruder-Grimm-Haus, a casa onde os irmãos Grimm realmente passaram sua juventude e é uma das poucas casas onde eles viveram que realmente ainda está de pé. A casa foi transformada em um museu, que mostra bem como a família Grimm viviam, quartos com móveis, a cozinha, e muito da temática dos contos de fadas.

Steinau, cidade onde os irmãos Grimm viveram com sua família.
Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Na Rota dos Contos de Fadas, uma cidade que vale a pena visitar, é de Marburg, onde eles estudaram. É uma das cidades universitárias mais antigas da Alemanha, ainda é uma cidade de estudantes, muito viva, com colinas, com o Palácio do Landegrave no alto da cidade, com uma bela vista. Para crianças, é uma cidade interessante, com o Grimm-Dich-Pfad, um caminho que começa no centro histórico da cidade e vai subindo até o palácio e em vários locais, seja em uma casa, uma muralha, ou no parque, foram instalados diversos elementos dos contos de fadas.

Marburg. Foto: Deutsche Märchenstraße e.V. ©Lisa Marten

Em Kassel, o parque Wilhelmshöhe, é uma atração única na Alemanha, com sua fonte. Em regra, de maio a outubro, todas quarta-feiras e domingos, à tarde, acontece esse espetáculo das águas no parque Wilhelmshöhe. As águas correm lá de cima, da estátua do Hércules, até o palácio Wilhelmshöhe, passando por diferentes estações, aquedutos e quedas d’água. O espetáculo dura 1:30 hora e você pode percorrer o caminho da descida junto com a água. É muito, muito bonito!

Algumas das cascatas que formam o espetáculo das águas no Parque Wilhelmshöhe.
Foto: Deutsche Märchenstraße e.V.

Recomendo os palácios no rio Weser, próximos a Hameln. São sete palácios, cada um em um estilo arquitetônico diferente. Por exemplo, o Hämelschenburg, que segue o estilo do Renascimento do Weser. O Palácio Buckeburg, com os cavalos e a escola de equitação. Schloss Fürstenberg, que eu gosto bastante, é uma fábrica de porcelana, que junto com a porcelana de Dresden, é a mais famosa e de alta qualidade que temos aqui na Alemanha. Há poucos anos, o palácio foi todo renovado e lá você pode visitar o museu com a história da porcelana, fazer sua própria porcelana. 

Perguntas do Instagram

Pode-se visitar a Rota dos Contos de Fadas no inverno?

Claro, se você gosta do clima nesta época do ano. É bom para visitar os museus, alguns palácios. 

O Mercado de Outono em Homberg (Efze). Foto: Deutsche Märchenstraße e.V. ©Birgit Nauma

Quantos dias são necessários para visitar a Rota dos Contos de Fadas?

Pode-se dizer, de 2 a 12 dias, depende do quanto você quer ver. Se quer ter apenas uma impressão inicial, com as coisas típicas da Rota dos Contos de Fadas, 2 a 3 dias, eu recomendo. Ou fazer uma viagem de carro, mais duradoura, de 6, 7 dias. 

É melhor de carro ou de trem?

Para ver as cidades, há boas conexões de trem, mas a Rota dos Contos de Fadas original, pelo interior, é melhor fazer de carro porque você pode passar pelos castelos, palácios e ruínas nas florestas. O acesso é bem melhor de carro.

P.S. Nossa conversa por telefone aconteceu em junho de 2020 e foi traduzida e transcrita por mim (Rafaella). As legendas das fotos são de nossa autoria. Agradecemos gentilmente à Sra. Buchholz-Blödow pela entrevista concedida e à associação Märchenstrasse pelas imagens cedidas.

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